Mapa astral do casal

As três técnicas para ler uma relação pelos mapas dos dois.

Existem três técnicas principais para analisar um relacionamento usando os mapas astrais dos dois envolvidos: sinastria (sobreposição), mapa composto (terceira carta calculada por médias) e mapa davison (calculado pelo tempo e local médios). Cada uma revela uma camada diferente da relação. Este guia explica as três.

Como ler um mapa composto

Diferente do mapa natal de uma pessoa, o mapa composto representa o relacionamento como entidade. Por isso, a leitura tem nuances específicas:

Casais com Sol composto na 7 (parceria), na 4 (lar) ou na 5 (criação compartilhada) frequentemente têm vínculos onde a relação em si é central. Sol composto na 12 (oculto) pode indicar relacionamento mais bastidor, menos visível socialmente — ou retiro espiritual compartilhado.

Quando essas técnicas rendem mais

Perguntas frequentes

Composto e Davison são a mesma coisa?
Não. O composto usa o ponto médio matemático de cada par de posições planetárias dos dois mapas. O Davison usa o ponto médio do tempo (data e hora) e do espaço (local) entre os dois nascimentos, e a partir disso calcula um mapa "real" para esse tempo e lugar. Resultados podem ser bem diferentes.
Casais sem hora exata podem fazer mapa do casal?
Parcialmente. Sem hora, o ascendente e as casas dos mapas individuais ficam imprecisos, o que afeta o composto e o Davison. As posições planetárias (que dependem mais do dia que da hora) continuam confiáveis.
Casais homoafetivos têm sinastria diferente?
Não. Astrologia trabalha com energias planetárias, não com configurações de gênero. A leitura é a mesma para qualquer combinação de duas pessoas.
Posso fazer essas técnicas para amizade ou sociedade?
Sim. As três técnicas funcionam para qualquer relação um-a-um — amizade, casamento, sociedade comercial, parceria criativa. A interpretação é adaptada ao contexto, mas a técnica é a mesma.